Igreja de Santo Estêvão
Gabriel de Oliveira / Joaquim Campos da Silva
( Fado Vitória )
Voz:
José Bogalho
("Miúdo de Benfica")
~
Há alguns meses publiquei um texto referente ao meu avô (link). Muito ele cantou por Alfamas e arredores, desde que se conheceu, a si e aos seus companheiros de cantorias e guitarradas. Por muito passaram, e muitas foram as histórias que me contou, sempre como se fora hoje.
Assim publico este fado, reencontrado e retirado de gravações V.H.S. que por casa encontrei (perdoem-me o barulho, os toques de telemóvel, etc.; penso que esta gravação terá sido realizada no dia em que festejámos as Bodas de Ouro :)), em gesto de homenagem a ele e a tantos fadistas que cantaram Lisboa de forma despretensiosa, repletos de amor, transbordantes de verdade.
A todos vós (e a eles, por onde estiverem), e porque este é sem dúvida dos fados que mais aprecio, dedico este presente que o meu avô me deixou.
Igreja de Santo Estêvão, um fado tradicional, dado a conhecer aos ouvintes caseiros por Fernando Maurício, que o meu avô tanto admirava.
Um pequeno reparo apenas - o meu avô sempre dizia que se diz "junto ao cruzeiro no adro" e não "do adro". Não sei se certo, se errado, a verdade é que ele fazia sempre referência a este pormenor. Enfim, coisas do FADO.
Assim publico este fado, reencontrado e retirado de gravações V.H.S. que por casa encontrei (perdoem-me o barulho, os toques de telemóvel, etc.; penso que esta gravação terá sido realizada no dia em que festejámos as Bodas de Ouro :)), em gesto de homenagem a ele e a tantos fadistas que cantaram Lisboa de forma despretensiosa, repletos de amor, transbordantes de verdade.
A todos vós (e a eles, por onde estiverem), e porque este é sem dúvida dos fados que mais aprecio, dedico este presente que o meu avô me deixou.
Igreja de Santo Estêvão, um fado tradicional, dado a conhecer aos ouvintes caseiros por Fernando Maurício, que o meu avô tanto admirava.
Um pequeno reparo apenas - o meu avô sempre dizia que se diz "junto ao cruzeiro no adro" e não "do adro". Não sei se certo, se errado, a verdade é que ele fazia sempre referência a este pormenor. Enfim, coisas do FADO.




