foto retirada de www.olhares.com (link autor)~
frágil
o silêncio
das conchas
quentes
e o crepitar
distante
de um verão
ausente
frágil
a brisa
boreal
e o mar
que é noite
e espelho
do que somos
nada
frágil
a força
máscula
de estar
sendo
a esmo
incerto
em solidão
frágil
a vida
que se não
vive
e o corpo
inerte
que sofre
em desrazão
frágeis
vão
as ondas
do mar
frágil
o silêncio
das conchas
quentes
e o crepitar
distante
de um verão
ausente
frágil
a brisa
boreal
e o mar
que é noite
e espelho
do que somos
nada
frágil
a força
máscula
de estar
sendo
a esmo
incerto
em solidão
frágil
a vida
que se não
vive
e o corpo
inerte
que sofre
em desrazão
frágeis
vão
as ondas
do mar
