Wednesday, May 28, 2008



Valem os segundos

Ébrios loucos

De insónia e luta

Contam-se

As folhas que crescem

Com o aproximar da hora

Que a música estagnou!


Silêncio

Lisura de sentidos

Suspensos no arrastar do arco

Das vozes enevoadas

Pulverizantes


Não restam conjunções

Quebram-se as locuções

Só nós restamos

Impunes

À miséria e morte

Fiel contemplação da pedra!


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