Valem os segundos
Ébrios loucos
De insónia e luta
Contam-se
As folhas que crescem
Com o aproximar da hora
Que a música estagnou!
Silêncio
Lisura de sentidos
Suspensos no arrastar do arco
Das vozes enevoadas
Pulverizantes
Não restam conjunções
Quebram-se as locuções
Só nós restamos
Impunes
À miséria e morte
Fiel contemplação da pedra!
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